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APIs para Protheus, RM e Fluig

APIs e backend para Protheus, RM e Fluig que não gastam licença em cada consulta

No Protheus, cada requisição a um web service ocupa uma licença TOTVS I enquanto é processada. No RM, quando essas licenças acabam, as integrações passam a usar as licenças Full dos usuários. Um portal, um aplicativo ou uma integração com muito volume de consulta pode exigir dezenas de licenças só para ler dados que já estão no banco.

A MyQube constrói um backend próprio ao lado do ERP. As consultas, que são a maior parte do tráfego, são atendidas por esse backend, direto do banco ou de uma réplica, sem passar pelo License Server. Só a gravação passa pelo ERP, com ExecAuto ou pela API oficial, para que as regras de negócio e a licença valham na hora de criar ou alterar um registro.

A MyQube projeta e constrói o backend, e ele roda na infraestrutura da sua empresa, ao lado do ERP. O servidor e os dados ficam com você, e entregamos o código, a documentação e o passo a passo para a sua equipe operar.

O mesmo modelo serve para o Protheus, o RM, o Fluig e outros ERPs. É backend moderno, com recursos que o servidor REST do ERP não oferece: cache, filas, controle de acesso por parceiro, documentação automática e monitoramento.

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Quando faz sentido

  • O License Server esgota em horário de pico e usuários ficam sem acesso.
  • A empresa compra licenças TOTVS I só para atender portal, aplicativo ou integração.
  • No RM, integrações estão consumindo licenças Full de usuários.
  • Consultas pela API do ERP são lentas e travam quando o volume cresce.
  • Fornecedores ou clientes precisariam de usuário no Fluig só para consultar informação.
  • Cada parceiro integra de um jeito e ninguém sabe quem chamou o quê.

O que entregamos

Consultas sem licença

Clientes, fornecedores, produtos, pedidos, títulos e estoque servidos por APIs próprias, lendo o banco ou uma réplica com usuário somente leitura.

Gravação com as regras do ERP

Cadastros e movimentos entram pelo ExecAuto ou pela API oficial, com validações do ERP, fila de envio e reprocessamento quando algo falha.

Rotas seguras

OAuth2 e JWT com escopos por parceiro, limite de requisições, chaves que podem ser revogadas e registro de cada chamada.

Recursos que o ERP não tem

Cache, paginação e filtros, webhooks, filas assíncronas, versionamento de rotas, documentação OpenAPI e painel de monitoramento.

Como trabalhamos

  1. 1

    Mapa de consumo

    Medimos quais integrações, portais e rotinas consomem licenças, em que horário e com que volume de leitura e de gravação.

  2. 2

    Desenho da arquitetura

    Separamos o que é consulta do que é gravação, definimos réplica, cache e segurança e validamos o desenho com o seu contrato TOTVS.

  3. 3

    Construção das APIs

    Desenvolvemos as rotas em ciclos curtos, começando pelas consultas de maior volume, que trazem a maior economia.

  4. 4

    Migração e monitoramento

    Instalamos o backend no seu servidor, mudamos portais e integrações para as novas rotas aos poucos e acompanhamos licenças, tempo de resposta e erros em um painel.

Perguntas frequentes

Por que a API do Protheus consome licença?

No Protheus, a licença TOTVS I é consumida pelas threads HTTP que respondem portais e web services, e fica presa enquanto a requisição é processada. Quanto mais requisições ao mesmo tempo, mais licenças em uso.

Onde o backend fica hospedado?

Na infraestrutura da sua empresa, no mesmo ambiente do ERP ou em uma nuvem contratada por vocês. A MyQube constrói, instala e documenta. O servidor, os dados e o código ficam com a sua empresa.

Ler direto do banco é seguro?

Usamos usuário somente leitura, views ou uma réplica do banco, para não pesar no ERP nem permitir alteração fora das regras. Toda gravação continua passando pelo ERP.

Isso está de acordo com o meu contrato TOTVS?

Avaliamos o desenho junto com o seu contrato de licenciamento antes de começar. A gravação usa a licença e as regras do ERP, e a leitura segue o que o contrato permite.

Antes de construir um backend, dá para reduzir o consumo no próprio Protheus?

Sim, e é por onde começamos. Ajustar a chave Instances e ativar o modo Stateless no REST já reduz o consumo em muitos casos. O backend próprio entra quando o volume de consultas continua alto.

Funciona com RM, Fluig e outros ERPs?

Sim. O princípio é o mesmo: consultas atendidas por um backend próprio e gravações pelo caminho oficial de cada sistema, com as regras dele.

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